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31.7.08

A merda do presente

Ela estava na Renner. Aquela da Otávio Rocha, onde a seção de lingeries é embaixo de tudo. Embaixo é junto e em cima é separado. É que em cima as coisas são mais complicadas mesmo. Mas, por quê? Por que é, oras. Assim ela aprendeu.
Ela queria trocar um presente. Era uma calcinha de R$ 5,90. Ela achou uma meia. Soquete. Aquelas que tu veste no pé com um tênis e em seguida tá na ponta dos teus dedos. Não dava.

Por que diabos as pessoas dão coisas que não tem nada a ver com os "presenteados"? Aquela coisa do "pra não ficar chato". Vou lá e compro uma meia de dois pilas pro cidadão. Ele vai usar duas vezes e vai dar pra mãe. A meia, não a bunda.

Por que uma parte de escadas rolante e uma parte só de escadas "de subir"? Além de trocar uma calcinha de algodão discutível, ela teria que trocar as pernas até subir à merda do crediário. A essa altura não era mais crediário, era merda mesmo.

Trocou por um vale. Que trocou por um brinco. De plaquê. Dourado até demais. A pior coisa é trocar um presente de algodão discutível por outro pior. Não se esquece o primeiro ou o segundo, a data ou a porcaria da pessoa que te deu aquela merda.

Tudo vira bosta.

11.3.08

Chumaço

Preparando o portfólio para concorrer à duas vagas para redatores jr. Yeah, Co.De. Torço pra que dê tudo certo.
Parece que tem um chumaço de algodão ocupando meu cérebro. Isso, no lugar dos miolos e dos pensamentos. O branco começa a surgir, devagarzinho.
Vento, pessoal. Vento no Rio Grande. Finalmente. Acho que o calor ajudou muito no desenvolvimento desse algodão gigante que ocupa todo o lugar em que deveriam constar idéias e pensamentos. Mifú!
É estranho. Chega um momento, na vida universitária de quem cursa Publicidade, que você precisa escolher entre Criação e Marketing. Entre ter um emprego ou uma carreira. Eu optei pelo sofrimento e pela carreira. Sim, é Criação. Não, não vi fogos de artifício nem nada do gênero.

Austrália: mulher esmurra cobra para salvar gato

Uma australiana salvou seu filhote de gato de uma píton, uma das maiores cobras do mundo, dando murros no animal. Ruth Butterworth, 58 anos, de Brisbane, quebrou o pulso e sofreu duas mordidas, mas conseguiu tirar Tuffy da boca do predador, segundo o diário online Metro.

A mesma píton havia devorado um dos gatos de Ruth alguns dias antes. "Eu simplesmente comecei a bater na parte mais grossa do corpo dela, que era do tamanho do meu braço. Eu continuei esmurrando até ela ir embora" - disse a australiana.
Ela afirma que notou a silhueta negra da serpente se aproximar da casa. Tuffy, seu gatinho, brincava em frente a um muro e não respondia aos chamados da dona quando a cobra deu o bote. Ruth declarou que só percebeu que havia quebrado o pulso e levado duas mordidas quando o filhote estava salvo.


Preciso lavar meu rosto.